Inner City – Isabel Alves Costa

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Isabel Alves Costa, directora artística do Teatro Rivoli até 2006 responde à pergunta “o porto continua a ser considerado uma cidade de vanguarda?” e sugere que as elites portuenses burguesas e conservadoras apoiam o investimento nas 3 grandes instituições da cidade (Serralves, Casa da Música, TNSJ) secando o investimento em instituições mais pequenas.

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duração total – 12:21

Algumas notas:

  • “o porto continua a ser considerado uma cidade de vanguarda?”
  • por quem?
  • o que é vanguarda?
  • será que durante a porto 2001 o porto foi uma cidade cosmopolita? e se foi pq deixou de o ser?
  • sobrinho simões: atraso estrutural genético
  • saida das universidades do centro para as franjas responsavel pela desabitação do nucleo historico identitário
  • fenómeno expectavel
  • elites portuenses burguesas e conservadoras apoiam investimento nas 3 grandes instituições (serralves, casa da musica, tnsj) secando investimento em instituições mais pequenas
  • estas instituições estão cada vez mais intocáveis.
  • rivoli no seu tempo cumpriu bem a sua missão.
  • espaço de dança e de circo
  • hoje não existe rede de teatros no porto, passa por guimaraes, braga, …
  • porto não é considerado região autónoma como lisboa e vale do minho e mantem-se associado a “regiao norte” no que diz respeito a apoios às artes
  • tecido criativo da cidade que era frágil ficou ainda mais fragilizado e está refém das boas intenções do tnsj nas areas do teatro, da dança, do circo e até das marionetas
  • há hoje no porto um movimento de jovens artistas … que desenvolve sem apoios de estado central
  • projectos um artista um euro, se esta rua fosse minha, …
  • criação de plataforma informal, espaço de partilha e reflexão poderia ser mais interessante que eventos como 30 por noite no tnsj (www.tnsj.pt/home/imprensa/comunicados/comunicado.php?intID=13&intSubID=&ID=23 – )
  • crise oportunidade para artistas locais, curadores locais, publico local desde que os bons criticos comecem a falar e divulgar projectos locais
  • que estranha cidade é a nossa que não questiona mudanças na cinemateca

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