Inner City – Mário Rui Silva

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, Mário Rui Silva, docente da Faculdade de Economia do Porto e da escola de gestão do porto aborda a região numa perspectiva económica, focando os paradoxos entre os empregos low-tech e a muito forte capacidade de produção de conhecimento, que se tem desenvolvido nos ultimos anos em universidades, institutos e algumas empresas, concluindo que a regiao tem um futuro promissor mas permanecem problemas estruturais de resolução complexa.

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Duração total: 36:19

Algumas notas:

  • pq é q algumas pessoas desenvolvem competencias para ser emprendedores / empresários => david mclind? – pessoas que desde a primeira infancia são confrontados com problemas, resolvem esses problemas e recebem algum grau de de reconhecimento dessa resolução
  • paradoxo? ganhar experiencia vs conhecimento escolar(stico) – percursos de aprendizagem escolar muito grande
  • se queremos ter capacidade para renovar novas elites (empreendedoras) temos que introduzir no nosso sistema educativo plataformas / momentos em que as pessoas possam desenvolver esses tipos de competencias (universidades… esc. secundárias… ensino basico)
  • não há nenhum grande empresário mundial que tenha começado pela lucratividade => gozo de fazer alguma coisa e ter reconhecimento social incentivo mais importante
  • meios inovadores
  • teorias / modas => não há nenhuma que se imponha de forma absoluta
  • proximidade favorece dimensão cognitiva e portanto inovação
  • proximidade favorece a transmissão de conhecimento entre individuos, empresas (conjunto de individuos)
  • parte do conhecimento tem uma natureza tácita não tem representaçao formal / codificado
  • interacção entre pessoas necessita cumplicidade, mesmo contexto
  • não obrigatoriamente só proximidade geografica mas tb valores, cultural
  • noramlemtne proximidade contextual é proximidade geografica
  • sistemas locais / regionais de inovação => não basta interacções ancoradas na historia local, necessário tb voluntarismo publico
  • sistema => conjunto de elementos mas não é apenas uma soma de elementos. interagem entre si e têm uma determinada fronteira
  • o que é critico para um sistema de inovação é a densidade de interacções que se estabelecem entre as partes
  • porto / cidade? o que é o porto.
  • quando olho para inovação no porto olho para o que se passa em braga, no douro, …
  • porto cidade / região e não porto intramuros e também não região norte
  • regiao norte situação paradoxal a nivel de inovação
  • distingue-se por ser a regiao industrial europeia, maior percentagem de peso de actividades low-tech
  • temos as maiores bacias de emprego low-tech da europa. muito mais do que a cantabria, galiza, andaluzia
  • mas ao mesmo tempo temos activos associados á produção do conhecimento muito fortes que resultaram de esforço voluntarista, dirigido pelo estado, nos ultimos 25 anos
  • portugal aparece no ultimos relatorio inovaçao como pais que teve dos maiores crescimentos de investimento em recursos avançados
  • exemplo da saúde – produção de conhecimento no norte maior que a soma de todas as outras regioes do país
  • qimonda modelo que não nos interessa, 1 cliente, 1 fornecedor
  • nokia siemens / fundação fraunhoffer (http://www.fraunhofer.pt/)
  • jovens doutores poucos acomodados
  • juventude, organizações locais muito ancoradas nas universidades
  • atractividade da cidade em relação a outros concorrrentes mundiais (regiao norte, india, …)
  • porto cidade vitima da forma como o nosso poder autarquico está organizado
  • porto cidade não devia ter complexos e devia afirmar-se como o nó de ligação para o mundo da região
  • porto é uma marca forte mundial
  • porto papel importante nas actividades que se dão bem nas cidades como industrias criativas
  • do ponto de vista dos grandes activos tecnologicos e conhecimento técnico é o porto / região que interessa
  • eixo tecnologico – braga / porto / aveiro
  • eixto ambiental/cultural – douro – porto/ soria
  • continua o problema do low-tech menos dotado em activos da economia do conhecimento
  • regiao: futuro promissor, permanecem problemas estruturais complicados de resolver.

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