Inner City – António Carlos Monteiro

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Nesta apresentação enquadrada no evento Inner City, realizado em 17-abril-2009, António Carlos Monteiro, deputado à assembleia da republica e membro da comissão de ordenamento do território refere que o mais importante para criar cidades e regiões inovadores é evitar ter instituições a assumir uma postura dirigista e investir na criação de um contexto propicio a essa inovação. sendo o ambiente, ordenamento e mobilidade peças importantes na criação desse contexto.

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Duração total – 30:29

Algumas Notas:

  • cidades / inovação / ordenamento do território
  • inovação normalmente contraponto convervacionismo
  • max weber – pq é que os catolicos na alemanha eram pobres e os protestantes eram em regra ricos. lógica cultural ligada à religião, catolicos – lucro pecado; protestantes – quem estava a ter sucesso estava a ser premiado por deus
  • distinção do porto do resto do país durante séculos, liberdade e capacidade de inovar
  • mas neste momento não é a marca distintiva (liberdade e meritocracia)
  • substituição de lógica religiosa para lógica política na análise da riqueza
  • principal inibidor da produção de riqueza e inovação
  • apelo aos poderes publicos para resolverem falhas da sociedade civil => não se está a encontrar verdadeira solução
  • antagonismo economia / ambiente – erro e equivoco
  • qd procuramos equilibrar o que são os interesses economicos com as preocupações ambientais é através de um ordenamento correcto do território
  • não é possivel por decreto criar invoação / produção de riqueza
  • tb não se pode impedir que ela exista
  • fundamental criar ambiente favorável a isso
  • há enormes divergências entre diferentes instrumentos
  • temos planos optimos no papel que executados nao resultam
  • temos excelentes propostas da sociedade civil que qd conseguem ser aprovadas já vão fora de tempo
  • não é possivel resolver isto com PIN => tratar excepcionalmente alguns projectos – não promove liberdade e democracia
  • fundamental ligação universidades às empresas
  • temos que ser fiscalmente competitivos
  • temos que ter tribunais que funcionem
  • ninguém faz investimentos sem forma de exercício do poder do estado que é fazer-se justiça
  • não temos hierarquização clara entre planos (planos nacionais, regionais, sectoriais, …)
  • não se percebe como tudo isto se relaciona
  • “se pdm for ratificado pelo governo significa revogação do plano regional elaborado pela ccdr)
  • estado do país actual. estamos a meio do caminho. 1ª geração dos pdms
  • maior parte dos pdms nacionais já deveria ter sido revisto
  • como conciliar principios e valores dos pdms
  • exemplo: direito à propriedade privada e uso que pode ser dado a um imóvel
  • quase todos os pdms de 1ª geração e mesmo os de 2ª geração que estão a ser desenvolvido continua-se a avançar na lógica da construção nova esquecendo-se que o centro das nossas cidades está a ruir
  • questão do congelamento das rendas. continuamos sem solução para este problema
  • das 20.000 rendas que se previa ter sido actualizadas em 2007 ainda só temos 1720
  • mobilidade -> há muito a pensar e fazer ainda
  • há conceitos preparados por técnicos excelentes mas que não se conseguem traduzir para a realidade porque não é possivel do ponto de vista juridico
  • inovação e ligação às cidades => criação de contexto
  • necessário discutir livremente o que não está a correr bem
  • necessário criar contexto mais do que postura dirigista

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