Debate Fundação SPES – Rui Rio

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Intervenção inicial de Rui Rio no debate organizado pela Fundação SPES

duração total: 20:54
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast através deste link .

O vídeo integral de toda a sessão pode ser visto no site da fundação.


Algumas notas:

principais estrangulamentos da cidade

  • coesão social
    18% da cidade vive em habitação social
    relação justiça social e segurança urbana
    ver exemplo de lisboa
  • educação
    ensino básico – edificado
    aposta reabilitação do edificado
    investimento que tem toda a rentabilidade do mundo a longo prazo
  • combate à toxicodependência
    programa que o governo assassinou
  • reabilitação edificado
    (que não habitação social) => centro histórico / baixa
    “definiu-se novo modelo e começou-se a reabilitação da baixa ao ritmo que foi possível. o modelo [criado] assenta fundamentalmente na realidade. a realidade é o investimento privado, outra forma de o dizer é, na economia. é tudo a mesma coisa, a realidade.
    a irrealidade seria aquilo a que chamamos orçamentos públicos, (…) não funciona.”
    “É notório que ainda há muitissimo para fazer nesta área.”
    animação – todas as acções que fizemos induziram à animação na baixa. ultrapassou até os objectivos.
  • mobilidade
    foi prioridade mas com metro a sua prioridade irá baixar
    mobilidade será sempre importante numa grande cidade mas, próxima fase já vai ser diferente, estamos na fase de expansão e não implementação inicial
  • competitividade da cidade
    fundamental conseguir atrair investimentos / confiança
    primeiro papel do agente político é gerar confiança nos agentes económicos
    clarissima prioridade da cidade – reforço da competitividade
    exemplo ligação à universidade
    universidade cria a matéria prima mais importante para a cidade que são as pessoas
  • esforço material / imaterial
  • esforço material
    pegar em equipamentos de valor patrimonial e dar-lhes utilidade prática, pô-los ao serviço da economia
    não há orçamento público para isso portante temos que conseguir que a economia se interesse por eles

“Tudo isto é muito bonito mas para mim há uma matéria (que serve como pano de fundo) que nunca podemos esquecer tudo isto deve ser feito, com visão, com imaginação mas nunca esquecendo que não devo desequilibrar financeiramente a camara, não devo gastar mais do que aquilo que tenho, devo passar a câmara ao meu sucessor equilibrada e que lhe permita tomar opções politicas, coisa que eu nao pude tomar quando lá cheguei, porque tive que andar a pagar dívidas, e portanto eu entendo que, uma câmara, um governo, seja aquilo que for, nós devemos passar o testemunho ao próximo (…) em condições de ele ou de ela poder tomar opções politicas e não estar estrangulado. acho isto de seriedade ética elementar, coisa que raramente se faz na politica.”
“Não esquecer também que a cmp existe para servir o munícipe e não para se servir do munícipe. o munícipe que entra alí é um cliente enfraquecido. e porque é que ele é um cliente enfraquecido? porque não tem outra câmara onde se possa dirigir [ao contrario por exemplo de um supermercado], não me posso esquecer disso e tenho que conseguir que os funcionarios municipais (…) sirvam a população, os munícipes, tal como se a camara pudesse ir à falência, se isto fosse um mundo perfeito”.

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