Inner City – Rio Fernandes

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No painel dedicado a políticas urbanas, Rio Fernandes, na sua intervenção no evento Inner City realizado a 17-abril-2009, falou sobre a competitividade das cidades, a importãncia da coesão dos territórios e a necessidade de uma visão estratégica.

Duração total – 23:51
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Relembrando a importãncia que as cidades têm no mundo actual em que algumas cidades são mais relevantes que os próprios países, Rio Fernandes refere as duas grandes áreas metropolitanas como os grandes aglomerados urbanos do país, no entanto se quer Porto quer Lisboa tÊm cerca de um milhão de pessoas considerando a área abrangida até à distãncia de 50km do seu centro, o que é verdade é que isso não tem uma repercussão política e administrativa.

Relativamente ao Porto (considerando essa cidade de um milhão de habitantes) considera considera como um dos factores que contribuiram para o seu fechamento e o período de dificuldades que vive, o facto de sermos “muito homogéneos, tirando alguns turistas e erasmus, é uma cidade muito homogenea, [somos] muito parecidos, e isso é mau, não há diferença. E considera que para o “Porto se desenvolver precisa muito de ser uma cidade mais cosmopolita do que é actualmente”.

Essa abertura que poderá ser uma via para a competitividade da cidade não pode esquecer a questão da coesão social e territorial. Na sua opinião a menor coesão actual vem de uma espécie de conflito habitual entre zona ocidental e oriental das cidades (por exemplo londres, paris) que também se passou no Porto e que foi acentuada com o programa Polis que investiu maioritariamente na zona ocidental.
Para além disso, a actual utilização das cidades, acedida através de carro, metro, etc. leva a uma utilização descontínua da cidade.

Finalmente considera que é preciso haver racionalidade nos investimentos, nas suas palavras, “tendemos a ser novos ricos”.
E é preciso também ter uma visão estratégica e integrada, já que “dar a volta a isto implica criar consensos minimos entre os municipios a 10/20 anos”.

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