Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Debate

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No debate que se seguiu às intervenções do diferentes convidados da última sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII abordou-se a questão dos monopólios naturais em que algumas grandes empresas portuguesas trabalham, factores de competitividade e regionalização.

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Duração total: 55:39

Foi referido que as empresas que têm a maior percentagem de licenciados são as muito grandes e as muito pequenas o que pode ser um bom indicador para o futuro das empresas portuguesas.
Também foi abordada a questão de a geração que está agora a chegar às empresas ter um perfil de risco diferente da geração “instalada” na medida em que está mais disposta a apostar em novos projectos.

António Mexia acrescentou que “o pib/capita no tempo do Marquês de Pombal e do D. Afonso Henriques era quase igual” para dar uma ideia da evolução que se tem sentido nos últimos tempos e, a propósito dos factores de competitividade focou ainda a aparente contradição de taxarmos a poupança, trabalho, lucro, tudo coisas que queremos estimular, em vez de taxar a utilização de recursos escassos.

Ainda a propósito da regionalização, da importância de manter centros de decisão e da habitual comparação Porto-Lisboa foi referida a importância das lideranças e da necessidade do Porto encontrar o seu ponto diferenciador em relação a outras cidades comparáveis no âmbito europeu.

Olhares Cruzados sobre o Porto é uma organização da Universidade Católica e do Público.

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