Olhares Cruzados sobre o Porto VII – António Mexia

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Para António Mexia, respondendo ao tema “As pequenas e as grandes empresas” na quarta sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII, esta questão é irrelevante, na sua opinião, a grande diferença está entre empresas que inovam e empresas que não inovam, e empresas que têm uma atitude aberta em relação à globalização.

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Duração total: 20:24
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Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Carlos Moreira da Silva

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A intervenção de Carlos Moreira da Silva na quarta sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII terá sido a que mais abordou o que era o subtitulo da sessão “As pequenas e as Grandes Empresas – O Norte anda à procura de quê”, assim referiu as variáveis em que acha que se deve apostar, referiu ideias interessantes que já estão no terreno e apontou algumas dificuldade que ainda se verificam.

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Duração total: 17:12
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Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Luís Reis

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Na sua intervenção na quarta sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII, dedicado ao tema “As pequenas e as Grandes Empresas”, Luís Reis deixou 4 reflexões: o tecido empresarial português não difere da média europeia; mais importante do que discutir grandes ou pequenas empresas é preciso que elas existam; a importãncia dos empreendedores; e a importância de uma gestão moderna nas empresas.

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Duração total: 23:01
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Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Debate

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No debate que se seguiu às intervenções do diferentes convidados da terceira sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII. reforçou-se a ideia de que o país tem que seguir uma estratégia que desenvolva quer novas áreas de negócio bem como acrescente valor a outros sectores tradicionais.

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Duração total: 58:21
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Olhares Cruzados sobre o Porto VII – José António Barros

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Para José António Barros, presidente da AEP, “é preciso pensar no que se faz entre o momento actual e o momento para o qual vamos caminhar”, isto a propósito da economia portuguesa, na sua intervenção na terceira sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII.

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Duração total: 15:47
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Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Daniel Bessa

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Na sua intervenção na terceira sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII, dedicado ao tema da economia na região Norte, de Daniel Bessa, economista, referiu que já há bons exemplos de empresas competitivas à escala europeia na economia portuguesa mas que ainda há um longo caminho a percorrer.

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Duração total: 23:57
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Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Vieira da Silva

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A intervenção de Vieira da Silva, actual Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, na terceira sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII, dedicado ao tema da economia na região Norte centrou-se na apresentação dos factores que levaram à situação actual e à apresentação da estratégia para a ultrapassar que deverá passar por fortes sectores exportadores que criem riqueza e que criem capacidade de gerar uma procura dirigida aos bens e serviços não transaccionaveis.”

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Duração total: 31:51
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Conversa com Catarina Martins – podcast

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Nesta edição do podcast O Porto em Conversa falei com Catarina Martins da companhia de teatro (e não só) Visões Úteis.

A conversa foi naturalmente sobre cultura, desde a relação do público com a arte contemporânea à importância dos teatros municipais (e a questão portuense do Rivoli).
Falamos ainda de alguns projectos como o Coma Profundo (que está disponível em podcast para qualquer pessoa no site da companhia) e outros similares (“Errare, Parma; “Os ossos de que é feita a pedra“, Santiago de Compostela) que podem também servir de valência turística para a cidade.
E naturalmente os custos da cultura…

00:35 – visões úteis uma companhia criada no porto por pessoas (quase) todas fora do porto. “decidimos conscientemente que queriamos vir fazer teatro para o porto, achamos que isso tinha sentido, para nós tinha sentido a ideia de uma segunda cidade do país, um segundo centro”

02:15 – teatro contemporâneo feito como era feito à 50 anos atrás? “tudo muda e a forma como se chega à informação tem mudado muito nos ultimos anos, a forma mais dificil de o publico fruir teatro é na relação convencional, exige uma atenção e um tipo de conhecimento da convenção teatral que é muito complicada hoje em dia a muitas pessoas.”

04:00 “há muitas convenções em portugal sobre o que é acessível e o que não é acessível e que não corresponde [totalmente à realidade]” => falta de acessibilidade ou falta de meios para publicitar o que é feito?

04:52 “num centro urbano é muito mais dificil chegarmos às pessoas que não costumam usufruir da arte porque não temos os meios de promoção para lhes conseguir chegar”

05:00 audiowalks – “coma profundo”, foz porto; “errare,” parma; “ossos de que é feita a pedra”, santiago compostela

10:00 “porto oferece cada vez menos condições de trabalho para os artistas”. “não há condições de produção”

11:30 necessário espaços com relações com públicos

14:15 necessidade de um teatro municipal: “um teatro municipal é a ligação entre a população de uma cidade e a arte”

18:00 sobre o rivoli

18.40 ligação à comunidade

20:10 públicos: crianças <=> adultos. “tem de haver uma forma de por a crianças que estão integradas nestes programas [acções do serviços educativos de algumas instituições] a levar esta informação para casa”

21:00 custos económicos da cultura, financiamentos, …

22:00 de onde vem o dinheiro para a cultura… de todos nós. “[sendo financiados por uma fundação privada galega alguns poderiam dizer que não recebemos subsídios] isso é mentira, quem pagou o nosso trabalho foram os contribuintes galegos, os contribuintes europeus, …”

23:00 “normalmente todo o dinheiro que há para a arte… para a ciência… acaba por vir de dinheiros públicos”

23:50 “a pergunta não é de onde vem o dinheiro, o dinheiro vem dos impostos de nós todos, a pergunta é para onde vai o dinheiro que sai dos nossos impostos, se vai para onde deve ir.”

25:00 qualidade (técnica) dos espectáculos

26:00 “programas [de apoio] existem não para apoiar um produto mas para assegurar a pluralidade”

28:00 impacto da economia na cultura

29:00 “as pedras são sempre as mesmas o que se passa à volta das pedras é que vai mudando e vai chamando as pessoas mais do que uma vez, as industrias criativas desenvolvem-se ou não porque os próprios profissionais que trabalham nas industrias criativas mesmo que eles não sejam artistas ou não tenham vocação artistica alimentam a sua capacidade de ver as coisas de forma diferente pelo meio em que estão inseridos e pelo dinamismo criativo que esse meio possa ter ou não”.

31:00 apoio a primeiras obras

32:30 é possível haver cultura sem estado ou com menos estado?

33:30 rivoli outra vez

34:00 teatro municipal vs teatro em propriedade do municipio

35:30 investimentos nacionais e como se refletem na responsabilidade que os locais que os recebem adquirem

38:00 aposta nas grandes instituições culturais. “acho que as grandes instituições têm que acordar muito para a cidade e têm que perceber que a sua projecção internacional tem tão mais sentido quão mais profunda for a sua implantação local” (…)

39:00 “por outro lado as grandes instituições também tinham direito de o ser, sem mais nada, sem também que assumir o papel das médias que não existem”

40:00 projectar o teatro do porto no resto do país

41:00 “taxa que a câmara do porto cobra pelo transporte [de cenários de companhias do porto para outros locais] é duas vezes superior ao preço de mercado”

43:30 apoio à cultura ou apoio aos bairros… um exemplo concreto.

44:30 arte e turismo. objectos artisticos como valência turística.

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