Olhares Cruzados sobre o Porto VII – Luís Reis

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Na sua intervenção na quarta sessão dos Olhares Cruzados sobre o Porto VII, dedicado ao tema “As pequenas e as Grandes Empresas”, Luís Reis deixou 4 reflexões: o tecido empresarial português não difere da média europeia; mais importante do que discutir grandes ou pequenas empresas é preciso que elas existam; a importãncia dos empreendedores; e a importância de uma gestão moderna nas empresas.

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Duração total: 23:01

Começando por considerar que provavelmente o principal problema de Portugal é ser um pais pequeno, Luís Reis não de deixou de referir no entanto que do ponto de vista de média da dimensão das empresas ela não difere muito da média europeia sendo talvez a principal diferença o facto de as grandes empresas (poucas em quantidade) serem ou monopólios naturais ou terem alguma ligação com o estado.

Quanto à abordagem pequenas vs grandes empresas chamou a atenção para o facto de vários estudos apontarem para o facto de ser “incomparavelmente mais eficaz estimular o aparecimento de pequenas ou a expansão das grandes que já lá existem [num determinado país] do que competir pela atracção de grandes empresas”.

Depois sugeriu uma espécie de wishlist para as pequenas empresas (e a maior parte das grandes empresas começa como pequenas):
– devem ser empresas que nasçam com ambição de serem globais, centradas em nichos de procura globais;
– devem ser ambiciosas e olhar para o mundo, de base tecnologica (ou terciario)
– devem ter bastante disponibilidade para trabalhar em colaboração, para coopetir com outras empresas
– fugir ao proteccionismo do estado ou dos poderes instalados.

E conclui que “um tecido empresarial forte e competitivo é um tecido empresarial bem balanceado entre pequenas e médias empresas e as grandes empresas”

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